built to suit
Built-to-Suit: o espaço de trabalho perfeito mais perto do que se imagina
26 de outubro de 2018

Sharing facilities do coworking ao Built-to-Suit

Hand writing Time to Share concept with blue marker on transparent wipe board.

Hand writing Time to Share concept with blue marker on transparent wipe board.

Ano novo chegando: esperanças renovadas, mas poucas certezas ainda. O que é certo é que o mundo mudou e as práticas empresarias também. É preciso se modernizar e ser criativo para se prevenir contra eventuais tempestades. Um desses novos aspectos devem ser intensificados com a chegada de 2019 é a sharing economy, ou economia compartilhada – praticamente onipresente hoje em dia e, certamente, no futuro também – de maneira cada vez mais ostensiva. Alguém pensou em Uber? Airbnb? Em caso positivo, está no caminho correto. Mas, isso vale também para a gestão das empresa.

 

Sharing Economy e gestão de facilities

Sim. Não só aproveitar as facilidades e economias dos Airbnb’s e Uber’s para sua empresa! A compreensão da importância do usufruto sobre a posse se ampliou a ponto de ser possível identificar vantagens inolvidáveis a empresas e organizações – como, por exemplo, no caso da gestão de facilities. A lógica é simples: qual é o sentido em adquirir espaços, equipá-los e mantê-los quando é mais simples contar com o modelo facilities on demand, que oferece espaço, infraestrutura e manutenção – e os gastos são proporcionais à utilização?

Projetos podem ter sua demanda aumentada ou não – e, nessa modalidade, os custos estarão sujeitos a esses aspectos. Ou seja, não é preciso construir uma instalação completa, que ficará à mercê da expectativa de duração do projeto para que se torne ociosa. O mesmo vale para os espaços on demand, ou seja, escritórios virtuais e salas para treinamento e/ou eventos. Convenhamos: não há sentido em montar estruturas caríssimas quando é possível utilizar espaços sob medida para cada necessidade.

Mas as vantagens não se concentram apenas sob o viés financeiro: a própria mudança de ambiente em meio a um curso ou treinamento estimula a motivação das equipes apenas pelo fato ocorrer fora do ambiente da empresa. Outra modalidade é a infraestrutura por demanda, em que é possível customizar ambientes e, assim, garantir disponibilidade, conectividade, segurança física e virtual, profissionais capacitados para suporte e operação a custos muito menores para qualquer empresa.

 

3 modalidades de Sharing Facilities para otimizar sua gestão

1) Built-to-suit

Essa modalidade transforma a necessidade de um novo escritório em uma equação financeira mais favorável, atendendo a visão de transformar o máximo do Capex em Opex e fazer com que o novo “headquarter” caiba no bolso da empresa.

No Built-to-suit, a prospecção do espaço que será alugado, bem como o projeto, adaptação e reforma para que fique adequado à empresa – além dos serviços de facilities e gestão de escritório – estão previstas em um único contrato. O que isso quer dizer? Simples: não há dores de cabeça com a escolha do local, ajustes e acompanhamento da obra. Mas a maior vantagem, porém, é a previsibilidade de custos para os próximos 4 ou 5 anos.

2) Coworking

Hoje, nem precisamos explicar a modalidade coworking. Já entrou no sangue, digamos. Profissionais das mais diversas atividades, pequenas empresas, start up’s, núcleos de grandes empresas trabalham em um mesmo espaço com a estrutura necessária desempenhem suas atribuições adequadamente. E mais: a possibilidade de gerar networking e trocar experiências. Tudo sem se preocupar se o cafezinho está acabando ou se a limpeza está adequada.

3) Facilities on demand para Projetos

O princípio é o mesmo do coworking, o compartilhamento de infraestrutura. Desta vez porém, há algumas sofisticações. É um tipo de coworking para equipes de projetos. A empresa vai se envolver em um “take over” em um processo de fusão de empresas? Ou implementar um novo ERP? Nesses casos, o Facilities on demand elimina a necessidade de prospectar, locar e adaptar um local. Também, transforma o capex em despesa e o custo fixo em variável. Ou seja, é um “Office as a Service”. Diferente do coworking, os espaços são apartados, por tratar-se em geral de projetos que demandam sigilo, privacidade e segurança. E ainda pode-se agregar serviços mais sofisticados como DATA CENTER, Transporte. E mais: o contrato é elástico e a empresa tem despesa proporcional ao uso – pode aumentar, pode diminuir e até encerrar sem aviso prévio. Perfeito para consultorias!
Essa visão de reduzir as pressões por Capex nas empresas precisam se perpetuar, ainda que o cenário econômico se confirme para 2019. A OpenSpace foi pioneira no modelo e oferece esses modelos há mais de uma década. O resultado desse “Sharing Facilities” para as corporações é economia, praticidade e tranquilidade para se dedicar integralmente a seu core business e, assim, se mantenham competitivas.

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