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O futuro da Sharing Economy
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DA SHARING ECONOMY PARA SHARING FACILITIES

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Não se trata de um modelo, mas de uma necessidade que que afronta o modelo tradicional de consumo, a partir da crise econômica de 2008, e aporta também na revisão dos modelos de negócios e na tônica de gestão das empresas. A visão é que há uma forma mais racional de obter serviços, produtos, funcionalidades que não seja a imobilização de capital, o financiamento, o leasing, a compra. Sharing Facilities é a mesma visão da economia do compartilhamento ou consumo compartilhado, a Sharing Economy, utilizado na viabilização de infraestrutura, espaço e serviços.

Essa mesma crise pela qual o mundo passou e, em algumas geografias, ainda passa amplificou uma reflexão que já não é nova. Como, por exemplo, crescer sem que seja necessário um upfront, o capex. Podemos tomar um exemplo: uma empresa de tecnologia da informação, prestando service desk para uma grande (grande mesmo) operadora de telefonia – uma das TOP 3. É uma operação grande – service desk, 3 níveis de atendimentos, field services atendendo o usuário in loco.

Nesse caso, uma exigência: os postos de atendimento remoto são fora da operadora. Num contrato de 3 anos, pode-se, equivocadamente, minimizar os riscos de montar toda essa infraestrutura. Ilustrando: a Operadora reduziu seu headcount e em consequência esse contrato de service desk. Para esse prestador: um abacaxi. Uma infraestrutura para uma operação de X tamanho que vai ser usada para X-(X*20%.. ou 30%).

Dinheiro é sempre escasso. Imobilizar capital é quase sempre indesejável e já não é mais necessário possuir para ter. Compartilhar é uma forma de obter mais serviços e, mais importante, a visão de que tudo é serviço. A economia compartilhada permite que CFO’s, CEO’s, gerentes financeiros e de projetos equacione suas necessidades sem investimento.

A proposta de obter espaço, telefonia, microinformática, data center num modelo mais flexível, elástico e escalável. E sem a árdua tarefa de montar um projeto; aprovar CAPEX; implementar e rezar para não ter sub e nem superdimensionado torna-se cada vez mais bem aceita. É o SHARING FACILITIES. Ou seja, compartilhar recursos.

Em resumo, Sharing Economy significa ter mais acesso a serviços sem precisar “passar o chapéu” no conselho, financiar, fazer leasing, gerenciar compra e fornecedores. O mesmo se aplica ao consumo de facilities da sua empresa. Sem imobilizar seu capital.

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