O QUE A SHARING ECONOMY ENSINA NA GESTÃO EMPRESARIAL

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O QUE A SHARING ECONOMY ENSINA NA GESTÃO EMPRESARIAL

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Como vimos no post anterior a Sharing Economy, modelo econômico que se baseia no consumo de produtos e serviços de forma compartilhada por uma comunidade, vem ganhando corpo. Pessoas deixando de possuir automóvel e optando por UBER, CABIFY, LYFT, ZIPCAR. Pessoas optando por alternativas aos hotéis e à aquisição de bens.

Não custa resgatar alguns dos gatilhos para o avanço do consumo compartilhado nos últimos 5 anos: dinheiro escasso; impactos do consumo no meio ambiente; a visão de que compartilhar é uma forma de obter mais serviços e, mais importante, a visão de que tudo é serviço. Veja mais em nosso post anterior! 

Em resumo, Sharing Economy significa ter mais acesso a serviços sem precisar aumentar o poder de compra; sem recorrer a investimentos; sem ter muito mais; sem imobilizar seu capital.

 

E o que a SHARING ECONOMY ensina para a gestão de empresas

A economia compartilhada permite que, sem aumentar seu poder de compra, as pessoas evoluam ou mantenham um bom ou alto padrão de vida, repleto dos serviços que antes estariam associados à aquisição de um bem. A imobilização de capital.

O assunto deveria ser a prioridade máxima de CFO’s, CEO’s, gerentes financeiros e de projetos. De uma certa forma, SaaS, Cloud já refletem um pouco essa visão. Mas, só bem recentemente que a ideia do coworking, por exemplo, saiu da visão de profissionais, empresas unicelulares, startups para também aportar no mundo corporativo. Ainda pode existir a visão tacanha de que isso é coisa de empresa pequena. Não é mais.

A proposta de obter espaço, telefonia, microinformática, data center num modelo mais flexível, elástico e escalável. E sem a árdua tarefa de montar um projeto; aprovar CAPEX; implementar e rezar para não ter sub e nem superdimensionado torna-se cada vez mais bem aceita. É o SHARING FACILITIES. Ou seja, compartilhar recursos.

É simples e inteligente. Você faz um uso privado de algo que é compartilhado com outras empresas, como o data center e os serviços de manutenção, limpeza. Sharing Facilities vai além do data center. Estamos falando de também compartilhar o escritório, a secretaria, a telefonia. Você pode continuar tendo sua sala privativa, mas não precisa se preocupar com a limpeza, com a conectividade, com a telefonia.

E mais: você não tem que se preocupar se sua empresa vai ter 10 funcionário hoje e 100 daqui há 6 meses, criando gargalos na sua infraestrutura. E muito menos se sua empresa tem 100 colaboradores hoje e vai encolher para 50 em 4 meses, gerando ociosidade (que custa muito caro).

Esse é o ensinamento básico: Sharing Facilities possibilita o “NON SURPRISING MANAGEMENT”. Você pode até ser pego de surpresa com uma quebra de contrato de um cliente, mas você rapidamente vai ajustar o seu custo de infra e tecnologia para sua nova realidade. Sem multas. Sem ônus. E mais: flexível, adaptável, escalável.

Chamando um UBER para sua próxima reunião? No caminho pense na SHARING ECONOMY e como sua variante pessoa jurídica, SHARING FACILITIES, pode significar facilidades e competitividade para sua operação.

 

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