O futuro do trabalho sob a perspectiva da sharing economy

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O futuro da Sharing Economy
30 de abril de 2018

O futuro do trabalho sob a perspectiva da sharing economy

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A sharing economy – ou economia compartilhada – proporcionou uma visão diferente da qual estávamos acostumados e tem promovido uma verdadeira revolução no modo de pensar – e agir – das pessoas, sob várias perspectivas. No frigir dos ovos, porém, esse novo sistema econômico contempla o panorama geral – e, por isso, leva em conta o reflexo de suas aplicações no futuro, proporcionando estabilidade por meio de robustez e sustentabilidade.  

Mas foi a evolução das plataformas digitais que escancarou uma realidade inevitável: a força do consumo compartilhado, do compartilhamento de bens e conhecimentos. Isso não é inovador, na verdade; o que torna admirável o ponto em que chegamos é o papel decisivo da tecnologia. Se anteontem plataformas como Uber e Airbnb pareciam ideias de lunáticos, ontem foram consideradas viáveis e hoje valem bilhões de dólares.

A nova realidade do mercado, assim, sinaliza uma metamorfose radical nas relações de trabalho; e adaptar-se às mudanças, neste contexto, significa usufruir das vantagens e benefícios que a economia compartilhada proporciona, uma vez que os novos tempos vieram para ficar – e, nesse sentido, resistir é inútil. Fica, porém, a pergunta: qual é o impacto da economia compartilhada sobre o trabalho?

 

Sharing Economy: o trabalho virou COWORKING! É sharing facilities!

Uma das mudanças mais emblemáticas é que, se há uma década escritórios suntuosos eram sinal de sucesso e poder, nos dias de hoje representam um dispêndio questionável e, em larga medida, desnecessário. De qualquer forma, pode-se dizer que o modelo denominado coworking surgiu em 2005, nos Estados Unidos, quando um engenheiro de software decidiu trabalhar com amigos e, assim, descobriu que a troca de vivências e ideias era salutar – e refletia positivamente quanto à produtividade.

O coworking, como ficou conhecido esse modelo de escritórios compartilhados, vai continuar crescendo. Até o final de 2018,  1,7 milhão de pessoas estarão exercendo suas atividades em 19 mil espaços compartilhados. Uma razoável parte destes estabelecimentos (29%) foi inaugurada nos últimos 12 meses. São números do Global Coworking Survey: The 2018 Coworking Forecast. E mais: 2 de cada 3 coworkings planeja ampliar sua capacidade, seus espaços e infraestrutra, em 2018.

Sob tal viés, o coworking constitui a alternativa mais viável nesse novo mundo, já que proporciona grandes vantagens: redução de custos com impostos (IPTU, por exemplo), aluguel, seguro-fiança, seguro do escritório e equipamentos, materiais de limpeza, café, luz, manutenção, telefonia, internet e suporte de TI. Além disso, permite que a organização mantenha o foco totalmente em seu core business – e isso, naturalmente, tem impacto significativo para que seja possível atingir objetivos estratégicos.

Mas o grande benefício dos espaços compartilhados é, na verdade, a possibilidade de trocar experiências e ideias com profissionais de todas as áreas e, assim, criar uma rede de networking diversificada – e até mesmo realizar negócios em meio a esse convívio. É possível dizer, portanto, que as empresas já não encontram sentido em custear a construção e a manutenção de instalações próprias. Não há surpresa, portanto, no fato de que tal mercado cresça em número e relevância como nos dias de hoje. A cada dia, mais e mais empresas e profissionais abraçam o futuro ao adotar de coworking – e a beleza nisso tudo é que todos saem ganhando.

 

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