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O futuro da Sharing Economy

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A economia compartilhada – ou sharing economyproporciona a manutenção de um estilo de vida sem que seja necessário possuir mais bens – e esta é uma excelente notícia sob os aspectos financeiro e da sustentabilidade. Por esta razão, tem crescido em níveis extraordinários, e está relacionada às inovações que o mundo tem experimentado nos últimos tempos. Evidentemente, um fenômeno cujo crescimento atinge tais proporções exerce influência significativa em âmbito global, mas isso não é exatamente uma novidade. Roberto Kanter, da FGV, define a economia compartilhada como uma nova perspectiva a respeito de algo que já existia informalmente há milênios, e a diferença para os dias de hoje está na escala (e não no modelo), uma vez que a tecnologia facilitou o processo de conectar a oferta à demanda.

De uma forma ou de outra, é importante ressaltar o estabelecimento de paradigmas que trouxeram novas perspectivas sobre o trabalho, o consumo e a própria interação entre as pessoas. Porém, é possível dizer, de antemão, que esse crescimento trará muitos desafios; no entanto, não há exagero ao concluir que, no futuro, a confiança que a transparência proveniente dessa nova forma de se relacionar crescerá à medida em que a sharing economy evoluir. A experiência aprimorada pela tecnologia proporcionará segurança e mais engajamento – além claro, de maior valor agregado para a própria tecnologia – e, assim, significativa redução de custos.

 

Sharing Economy ou Vanitas vanitatum et omnia vanitas: a hora de ser em vez de ter.

Evidentemente, ao analisarmos tudo isso sob a ótica B2B, é necessário que as empresas compreendam a importância de estabelecer novos modelos organizacionais e de gestão, nos quais os relacionamentos terão relevância sobre processos internos.  A compreensão da simbiose entre organizações será, portanto, primordial para a entrega de valor – afinal, os grandes objetivos são redução de custos e maximização dos resultados. Isso assume um especial significado quando aplicado ao conceito de Facilities on Demand, tal o número de empresas que aderem a esse modelo pelas vantagens que proporciona (como, por exemplo, o grau de flexibilidade, uma das características mais marcantes da economia compartilhada).

Especialistas apontam que um dos sistemas da sharing economy contempla produtos e serviços – em outras palavras, o pagamento pelo serviço e não pelo produto em si. O que se pode dizer, então, a respeito de um espaço com telefonia e equipamentos para alojar equipes sem que seja necessário realizar pesados investimentos em maquinário e infraestrutura ou mesmo ter de se preocupar com intermináveis upgrades – sem falar na própria depreciação de ativos – além de contar com um data center flexível e escalável? A resposta é mais do que óbvia: significa ganhar tempo e reduzir custos. Sob tal perspectiva, não faz sentido realizar investimentos brutais em instalações próprias quando se pode contar com Facilities on Demand – e aqui está um belo exemplo do que é a sharing economy, que definitivamente veio para ficar – e proporcionar grandes benefícios para empresas e organizações.

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