A Amazon e as bases para a sharing economy

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O futuro do trabalho sob a perspectiva da sharing economy
16 de maio de 2018

A Amazon e as bases para a sharing economy

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Quando se fala em empreendedorismo e sucesso, a trajetória do crescimento avassalador da Amazon – e, claro, de seus desdobramentos – é emblemática.  Afinal, quem poderia dizer que uma revendedora de livros por internet se tornaria um titã no varejo online? Mais do que isso, a Amazon foi a ponta de lança para a inserção da sharing economy no mercado corporativo e o que chamamos de sharing facilities.

Fundada em 1995, mesmo em meio à sua incrível expansão, era perceptível que a gigantesca quantidade de acessos em determinadas épocas do ano (Dia das Mães, Natal, Black Friday, por exemplo) representava a necessidade de investimento maciço em infraestrutura, por meio de gigantescos data centers.

A grande questão, porém, ficou por conta da subutilização dessa megainfraestrutura nos demais períodos do ano – e daí nasceu a ideia de compartilhar os recursos ociosos.  O resto é história: em 2006, a Amazon Web Services (AWS) passou a oferecer serviços de infraestrutura de TI por meio de cloud computing, em que disponibilizava o sistema completo, e o pagamento seria feito de acordo com a utilização – ou seja, IaaS (Infrastructure as a Service) ou Infraestrutura como Serviço.

Assim, ao compartilhar seus recursos, a Amazon desenvolveu um dos mais bem-sucedidos spinoffs da era digital – e tal realização certamente se deve à obsessão por eliminação de custos de seu fundador, Jeff Bezos. Em notas de rodapé, na famosa carta para seus acionistas, em 2008, ele afirmou que vê muda (expressão japonesa para desperdício) em tudo; no entanto, enxerga nisso uma oportunidade para aumentar a produtividade em qualquer lugar, de alguma maneira. Faz sentido – afinal, essa filosofia levou-o, literalmente, ao espaço sideral (e sabe-se lá até onde ele ainda irá).

 

A economia do compartilhamento, a sharing economy, faz todo sentido também no mercado corporativo

Claro que é possível argumentar que o romantismo que envolve a biografia dos grandes empreendedores faz com que suas motivações e inspirações assumam contornos que nem sempre condizem com a realidade, e isso é compreensível. Não obstante, o compartilhamento de uma infraestrutura de proporções cetáceas com empresas e organizações reflete uma mentalidade visionária, já que Bezos, de certa forma, preconizou a era da sharing economy, ou economia compartilhada, na qual a posse tornou-se menos importante do que a utilização de acordo com a necessidade, tendência que atinge todos os mercados atualmente. Compartilhar significa reduzir custos. Reduzir custos significa melhorar a rentabilidade.

Por esta razão, a economia do compartilhamento faz cada vez mais sentido no meio corporativo. A lógica é simples: não há sentido em manter espaços e equipamentos próprios, cujos custos vão além de sua utilização – ou seja, mesmo que as instalações estejam ociosas, ainda haverá despesas – quando se pode contar com um sistema no qual haverá uma estrutura totalmente adequada, paga apenas pelo período em que for utilizada – da mesma maneira que a própria Amazon Web Services (AWS) oferece seus serviços.

Além disso, vantagens como redução de custos e impostos, riscos atenuados, dedicação total ao core business e maior engagement em meio às equipes, é seguro dizer que o modelo representa um grande diferencial para empresas e organizações. E a OpenSpace está mais do que preparada para oferecer a estrutura que seu negócio merece para reduzir custos e, assim, crescer cada vez mais. Que tal um café conosco para que você descubra todos os benefícios que podemos proporcionar  (ou compartilhar) para sua empresa?

 

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